AQUELE QUE VIVE DE SONHOS

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Este Blog dedica-se à política na esfera municipal em qualquer parte do país. Logo, casos de corrupção em nível estadual e federal estão disponíveis apenas no meu Facebook. Raramente trato deles aqui.
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terça-feira, 31 de maio de 2011

O QUE VOCÊ TEM A VER COM A CORRUPÇÃO?

DIREITA, ESQUERDA E CENTRO

MILITARES NO PODER, NUNCA MAIS!


MILITARES NO PODER, NUNCA MAIS!

                                     Net 7 Mares

(texto atribuído erradamente a Millor Fernandes, atribuição equivocada, vez que Millor, que combatia o regime militar no seu semanário "O Pasquim", jamais poderia tê-lo escrito ainda que em termos irônicos).

Militar no poder, nunca mais. Só fizeram lambanças.
Tiraram o cenário bucólico que havia na Via Dutra de uma só pista, que foi duplicada e recebeu melhorias; acabaram aí com as emoções das curvas mal construídas e os solavancos estimulantes provocados pelos buracos na pista. Não satisfeitos, fizeram o mesmo com a rodovia Rio-Juiz de Fora, sem contar a mania de abrir novas estradas de norte a sul e de leste a oeste, o que deixou os motoristas atarantados e perdidos, sem saber qual caminho tomar para chegar ao destino.

Com a construção da ponte Rio-Niterói, acabaram com o sonho de crescimento da pequena Magé, cidade nos fundos da Baía de Guanabara, que era caminho obrigatório dos que vinham do sul, passando pelo Rio, em direção às cidades litorâneas do sudeste acima do Rio e nordeste, contornando a baía num percurso de mais de 100 km.  Encurtaram o tempo de viagem entre Rio e Niterói, é verdade, mas acabaram com aquela gostosa espera pela barcaça que levava meia dúzia de carros de um lado a outro da baía.

Criaram esse maldito Proálcool, com o medo infundado de que o petróleo vai acabar um dia. E, para apressar logo o fim do chamado "ouro negro", deram um impulso gigantesco à Petrobras, que passou a extrair petróleo 10 vezes mais (de 75 mil barris diários, passou a produzir 750 mil); mas nem isso adiantou nada, porque, com o álcool mais barato que a gasolina, permaneceu o fedor de bêbado que os carros passaram a ter com o uso do inventado combustível.

Enfiaram o Brasil numa disputa estressante, levando-o da posição de 45ª economia do mundo para a posição de 8ª, trazendo com isso uma nociva onda de inveja mundial.

Tiraram o sossego da vida ociosa de 13 milhões de brasileiros, que, com a gigantesca oferta de emprego em milhares de obras, ficaram sem a desculpa do "estou desempregado".

Em 1971, no governo militar, o Brasil alcançou a posição de segundo maior construtor de navios no mundo, o que veio a ser outra desgraça, porque, além de atrair mais inveja, infernizou a vida dos que moravam perto dos estaleiros, com aquela barulheira da construção desenfreada.

Com gigantesca oferta de empregos, baixaram consideravelmente os índices de roubos e assaltos.  Ora! Sem aquela emoção de estar na iminência de sofrer um assalto, os nossos passeios perderem completamente a graça.

Alteraram profundamente a topografia do território brasileiro com a construção de hidrelétricas gigantescas (Tucuruí, Ilha Solteira, Jupiá e Itaipu), o que obrigou as nossas crianças a aprenderem sobre essas bobagens de nomes esquisitos.  Por causa disoo, o Brasil, que antes vivia o romantismo do jantar à luz de velas ou de lamparinas, teve que tolerar a instalação de milhares de torres de alta tensão espalhadas pelo seu território, para levar energia elétrica a quem nunca precisou disso.

Implementaram os metrôs de São Paulo, Rio, Belo Horizonte, Recife e Fortaleza, deixando tudo pronto para o início das obras e, com elas, atazanar a vida dos cidadãos e o trânsito nestas cidades.

Inconseqüentes, injustos e perversos, esses militares baniram do Brasil pessoas bem intencionadas, que queriam implantar aqui um regime político que fazia a felicidade dos russos, cubanos e chineses, em cujos países as pessoas se reuniam em fila nas ruas apenas para bater-papo, e ninguém pensava em sair a passeio para nenhum outro país.

Foram demasiadamente rigorosos com os simpatizantes daqueles regimes, só porque esses, que os milicos, em flagrante exagero,  chamavam de terroristas, soltaram uma "bombinha de São João" no aeroporto de Guararapes, onde alguns inocentes morreram de susto apenas.

Os militares são muito estressados. Fizeram tempestade em copo d'água só por causa de alguns assaltos a bancos, seqüestros de diplomatas... ninharias que qualquer delegado de polícia resolve.

Tiraram-nos o interesse pela Política, vez que os deputados e senadores daquela época não nos brindavam com esses deliciosos escândalos que fazem a alegria da gente hoje.

Para piorar a coisa, se tudo isso ainda é pouco, ainda criaram o MOBRAL, que ensinou milhões a ler e escrever, aumentando mais ainda o poder dos empregados contra os seus patrões.

Nem o homem do campo escapou, porque criaram para ele o FUNRURAL, tirando do pobre coitado a doce preocupação que ele tinha com o seu futuro. Era tão bom imaginar-se velhinho, pedindo esmolas para sobreviver.

Outras desgraças criadas pelos militares:
Trouxeram a TV a cores para as nossas casas, pelas mãos de um Oficial do Exército, formado pelo Instituto Militar de Engenharia, que, por falta do que fazer, inventou o sistema PAL-M.
Criaram ainda a EMBRATEL;  TELEBRÁS; ANGRA I e II; INPS, IAPAS, DATAPREV, LBA, FUNABEM e mais um penca de instituições, cujo amontoado de siglas nos levou a confundir nomes.

Todo esse estrago e muito mais, os militares fizeram em 22 anos de governo.  Com isso, ganharam o quê? Inexplicavelmente nada. Todos os Generais-Presidentes foram para casa, levando apenas o soldo do posto. Se tivessem ficado ricos, um pouquinho que fosse, ainda dava para entender essa quantidade absurda de obras. O último deles, um tal Figueiredo, que sofria de um mal na coluna, teve que se valer de amigos para pagar tratamento com especialista. Ora! Então essa zoeira toda de obras foi só para complicar a vida simples das pessoas.

Depois que entregaram o governo aos civis, estes, nos vinte anos seguintes, não fizeram nem 10% dos estragos que os militares fizeram.
Graças a Deus! Ainda bem que os militares não continuaram no poder!!
Tem muito mais coisas horrorosas que eles, os militares, criaram, mas o que está escrito acima é o bastante para dizermos:
"Militar no poder, nunca mais!!!".

Anselmo Cordeiro (Net 7 Mares)

Homem Azul e Mulher Prata - Eles Existem e foi efeito de um remédio: Prata Coloidal (com video)

Paul Karason, de quase 60 anos, é o Homem Azul   
Por Marise Jalowitzki
31.maio.2011
http://t.co/BKdBzrj
Incrível, mas isso existe! E é fruto de um remédio que, pasmem! - ainda é oferecido em alguns sites como...otimizador da pele!

É a prata coloidal.

A "Mulher Prata" nunca casou, nem tem filhos, sempre foi vítima de preconceito. A cor prata na pele, outras vezes cinza, assusta as pessoas, que acreditam que ela tem uma doença contagiosa. Começou quando pequena, como efeito colateral do uso de umas gotinhas contra constipação nasal! Olha só! O tratamento durou vários anos.
Rosemary Jacobs, atualmente com 67 anos, é a Mulher Prata
O "Homem Azul" hoje já não dá entrevistas, está com um câncer e alterações neurológicas. Os médicos ainda não sabem se é decorrência do uso da prata coloidal, que ele também usou por muitos anos.

O nome da doença: Angyria.

Usado como Cosmético

O farmacêutico Mauricio Pupo ( http://www.mauriciopupo.com.br/ ), que aparece neste video, alerta a quem compra sem prescrição e acompanhamento médico, produtos dermatológicos, já que a prata coloidal vem sendo utilizada, também no Brasil, como creme cosmético. Justamente na pele, onde causa mais efeitos.
FONTE: http://compromissoconsciente.blogspot.com/

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Como Está Sua Cidadania?

Às vezes a paciência de um povo fica além um pouco do seu limite, por não entender o porquê de tanta dificuldade em se realizar tarefas óbvias por parte daqueles ditos “capacitados” a cumprir tal responsabilidade. 

Brinca-se demais com as responsabilidades públicas
. Entretanto, paga-se um preço alto à inúmeras famílias dependentes deste “direito” vilipendiado pela cadeia promiscua da corrupção em trânsito. 

Como, então, poderemos nos reorganizar e reaprender a cuidar do que é nosso? Porque falamos tanto de um governo da maioria, se na verdade os governantes são sempre uma minoria? 

Vivemos, então, numa “democracia invertida” por pura e simplesmente falta de vontade de tentar sermos um cidadão diferente. A receita para tal transformação seria participar, participar e participar ativamente. 

Mas, vamos e convenhamos, a educação geralmente herdada junto à coletividade não imprime em nosso ser este “dom da partilha”, mas realimenta a força nefasta do “ter” e não do “ser”, não acha?

Cadê a nossa espiritualidade vigiando nossa religiosidade ofuscada por um deus interessista em cada um de nós? Quanto mais tempo, se é que temos muito tempo assim, de reencontrar conosco não for empreendido, mas irão faltar tintas para reescrever nossa história? 

Quando iremos exercitar, desinteressadamente, o condão cristão da solidariedade alimentado e saciado pelo simples compromisso divino de sermos apenas “irmãos” e não cúmplices disto ou daquilo esculpido levianamente no ser em si?

Como, então, poderemos pensar numa cidade grande, se ainda somos tão pequenos diante dos nossos valores democráticos e de cidadania cristã? Afinal, melhorar o que!!!... se nem sequer conseguimos nos manter?

Já dizia o Provérbio Chinês “antes de querer mudar o mundo, dê duas voltas dentro da sua casa”. Pois bem, por onde começar? O começo se dá pela humildade em admitir de termos muito a melhorar... sempre.

Uma cidade só se desenvolve compartilhando com todos de seus problemas herdados ou adquiridos, bem como realinhar as vontades pessoais e políticas na reconstrução de propostas sustentáveis a um futuro a ser edificado para nossa cidade com a força integrada de sua gente.

Portanto, a conquistas de uma cidade não se resume a “um” responsável da costura deste surrado tecido social, mas são cingidos pelas mãos da coletividade que, infelizmente, aprendeu a esperar nos outros aquilo que poderiam muito bem desenvolver e a aprimorar através de suas próprias atitudes cidadãs.

Por
Dr Allan Marcio 
FONTE: