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segunda-feira, 27 de junho de 2011

BRASIL LIDERA RANKING DA BUROCRACIA FISCAL

PIOR QUE ESTE TEXTO CONTINUA ATUAL
PESQUISA DESTE ANO PRATICAMENTE CONFIRMOU, REPETINDO RANKING

O Sistema Tributário Brasileiro é economicamente prejudicial, juridicamente caótico, politicamente incorreto e socialmente perverso. Trata-se de um verdadeiro Estelionato Tributário cometido pelo Estado Nacional contra o contribuinte brasileiro nas áreas de saúde, educação, emprego, previdência, social, transportes, lazer, etc.

26/11/2007 - 09:53:22

País é o último colocado em estudo que mostra o tempo que as empresas gastam para cumprir suas obrigações tributárias. No Brasil, empresas gastam 2.600 horas por ano (mais de 108 dias) para cumprir obrigações fiscais; na média mundial, são apenas 56 dias.
Não bastasse a elevada carga tributária, que taxa pesadamente tanto as pessoas físicas como as empresas, o Brasil tem também o sistema fiscal-tributário mais complexo do mundo. Isso faz do país o líder de um ranking negativo -aquele em que as empresas mais gastam tempo para cumprir suas obrigações tributárias.
Um relatório elaborado pelo Banco Mundial, International Finance Corporation (IFC) e pela consultoria PricewaterhouseCoopers, que compara os sistemas tributários em todo o mundo, revela que as empresas brasileiras são as que gastam mais tempo -2.600 horas por ano, ou 108 dias e 8 horas- para cumprir suas obrigações tributárias com os fiscos federal, estaduais e municipais.
O estudo "Paying Taxes 2008" compara os sistemas de 178 países -o Brasil ocupa a 177ª posição porque não há dados para a Namíbia. No ano passado, quando o mesmo estudo foi feito com 175 países, o Brasil já era o último colocado.
Segundo o relatório divulgado ontem, a média mundial para uma empresa cumprir suas obrigações fiscais, trabalhistas e previdenciárias é de 56 dias por ano. Assim, no Brasil gasta-se quase o dobro do tempo da média mundial. "Esse é um dos aspectos mais preocupantes do nosso sistema tributário", diz Carlos Iacia, sócio da PricewaterhouseCoopers.
O Brasil está na 137ª posição no ranking geral, que classifica os países de acordo com a complexidade de seu sistema tributário, considerando não apenas o custo representado pelos tributos, mas também a quantidade de taxas e o tempo gasto na execução dos procedimentos necessários.
Os dez primeiros na classificação geral são Maldivas, Cingapura, Hong Kong, Emirados Árabes Unidos, Omã, Irlanda, Arábia Saudita, Kuait, Nova Zelândia e Kiribati.
Os países que apresentam os mais complexos sistemas tributários são Panamá, Jamaica, Mauritânia, Bolívia, Gâmbia, Venezuela, República Centro-Africana, Congo (ex-Zaire), Ucrânia e Belarus (antiga Bielo-Rússia).
A complexidade dos sistemas tributários mundiais varia do preenchimento de apenas um formulário eletrônico, na Suécia, ao pagamento de 124 diferentes taxas, em Belarus.
Segundo o estudo, quanto menor o número de tributos de um país, maior o índice de negócios formais per capita e de investimento.
Isso quer dizer que o Brasil, que já tem mais de 60 tributos, perde competitividade tanto pela alta carga tributária como pela complexidade para cumprir as obrigações.
Uma prova da complexidade do sistema tributário brasileiro está na excessiva quantidade de normas. Um estudo do IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário) revela que nos 19 anos de vigência da atual Constituição (desde outubro de 1988), foram editadas 26,8 mil normas tributárias federais (média de 3,87 por dia), 72 mil normas estaduais (10,38 por dia) e 137 mil normas municipais (19,75 normas por dia).
Em sua segunda edição, o estudo faz também uma análise comparativa entre as economias emergentes conhecidas como Bric (Brasil, Rússia, Índia e China).
Mais bem classificada no ranking geral, a Rússia ocupa a 130ª colocação (sete posições à frente do Brasil). A Índia está em 165º lugar; a China, em 168º, o que evidencia a necessidade de reformas para melhorar a competitividade em relação às economias desenvolvidas, diz o estudo.

http://www.brasilagro.com.br/index.php?noticias/detalhes/8/232

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