AQUELE QUE VIVE DE SONHOS

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‎"Quem não pode atacar o argumento ataca o argumentador."

Este Blog dedica-se à política na esfera municipal em qualquer parte do país. Logo, casos de corrupção em nível estadual e federal estão disponíveis apenas no meu Facebook. Raramente trato deles aqui.
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segunda-feira, 31 de outubro de 2011

MARCELO FREIXO: ESSE É UM HOMEM DE CORAGEM DE VERDADE!


domingo, 30 de outubro de 2011

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Diminui o número de famílias morando nas áreas rurais de Paraíba do Sul

Vários fatores pesam na escolha de algumas famílias na hora de decidir sair de sossego da zona rural para enfrentar os problemas na cidade.

A falta de investimentos nestas áreas também é um dos agravantes na hora da escolha. Investimentos básicos como, saneamento, luz, água e estradas em péssimo estado, são as principais queixas das famílias que vivem na zona rural de Paraíba do Sul.
De acordo com o estudo realizado pela CNM (confederação Nacional de municípios), no inicio de 2010 o número de residentes na zona rural de Paraíba do Sul era de 20.64% contra 79.63% de residentes da área urbana.

Em 2011 os números mudaram, obtendo um aumento significativo de moradores na área urbana de Paraíba do Sul.
De acordo com a CNM este ano os números são de 12.62% de residentes na zona rural e 87.38% na área urbana.

O que isso significa para uma cidade?

Com o aumento do número de moradores vivendo nas áreas urbanas, consequentemente deve aumentar o numero de investimento na cidade.

O desenvolvimento e a economia, também mudam.
Com o conforto e a praticidade de morar perto de grandes mercados e lojas, os moradores que saíram da área rural passam a se tornam consumidores mais frequentes, não apenas no final do mês como era de costume para muitos.
Os impostos pagos para quem mora na área urbana é maior, alavancando o investimento da cidade como um todo.

Para suportar um aumento significativo destes números a cidade deve ter uma boa estrutura e com isso não gerar uma divisão dentro da cidade.
Por outro lado, vale ressaltar que a produção agrícola perde muito com a saída destas famílias, onde a produção agropecuária é o principal meio de renda.

Falta de incentivos e investimentos nestas áreas é motivo de preocupação. Muitos são deixados de lado tendo que recorrer a outros meios para sobreviverem, “Ganhar a vida na cidade”, como muitos dizem.

Cursos profissionalizantes em áreas agrícolas é uma das soluções, não só para manter as famílias nas áreas rurais, mas também para dar a chance de se profissionalizarem crescendo junto com o acelerado desenvolvimento das áreas rurais do país.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Londrina: vereador teria recebido R$ 157,5 mil em propina

Esse tipo de coisa não acontece em Paraíba do Sul

17/10/2011 -- 19h19
Jacks Dias (PT) é acusado pelo Gaeco de corrupção passiva quando ocupava o cargo de secretário de Gestão Pública no governo Nedson Micheleti

O Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado (Gaeco) denunciou criminalmente o vereador Jacks Dias (PT) por suposto recebimento de propina daempresa de vigilância Centronic. O crime teria sido cometido entre os anos de 2005 e 2006, quando Dias era secretário de Gestão Pública na gestão petista de Nedson Micheleti. 
A ação, protocolada na 3ª Vara Criminal de Londrina na última semana, indica que o vereador teria recebido R$ 157,5 mil de propina. Foram duas oportunidades: R$ 52,5 na primeira vez e R$ 105 mil na segunda. 
Junto com o petista foram denunciados o representante da Centronic em Londrina, Paulo Iora, e o proprietário da empresa, Nilson de Godoes. O parlamentar foi denunciado por corrupção passiva. Os dois integrantes da empresa de vigilância por corrupção ativa. 
Procurado, Jacks Dias afirmou que não iria comentar o assunto. "Tudo o que eu tinha para falar sobre isso, eu já falei. Procurem o meu advogado", limitou-se a dizer. 
Já o advogado dele, João dos Santos Gomes Filho, definiu a denúncia, em entrevista ao Bonde, como uma "aventura jurídica". "Este é o caso em que um funcionário afirma que viu o patrão conversando sobre propina com o meu cliente. No entanto, o patrão não confirmou o pagamento de propina ao Ministério Público. Há fantasia demais, mas nenhuma prova", argumentou. 
Apesar disso, o advogado disse que não ficou surpreso com a atitude do Gaeco. "Estamos em um ano que precede as eleições municipais. Não sei se há motivação política, mas tudo isso é muito estranho." 
Ele afirmou que deve, primeiramente, conhecer a denúncia, para só depois se manifestar legalmente.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Vereadores discutem cortes no TCE

20/10/2011 às 02:00    -    Atualizado em 20/10/2011 às 02:00
Luiz Fernando Cardoso
A 10 dias de vencer o prazo de 3 meses dado pelo Ministério Público (MP) para que a Câmara Municipal de Maringá demita 44 funcionários comissionados, o presidente do Legislativo, Mário Hossokawa (PMDB), fez um último esforço no intuito de não cortar todos os cargos que o MP pede.
Acompanhado dos vereadores Heine Macieira (PP) e de John Alves (PMDB), Hossokawa tratou novamente do assunto ontem, com ministros do Tribunal de Contas do Estado (TCE), em Curitiba.
Segundo Hossokawa, o entendimento do TCE é de que deve haver proporcionalidade entre o número de comissionados (CCs) e efetivos. "Temos uma fila de espera do último concurso, mas só vamos contratar quem a gente realmente precisa", explicou.
Hoje a Câmara tem 60 concursados e 104 comissionados. Se vir a chamar dez aprovados em concurso, por exemplo, a Câmara precisaria cortar 34 CCs.
Hossokawa diz que os vereadores se reunirão para discutir o assunto nos próximos dias. Não estão definidos quais cargos serão cortados.
FONTE: http://maringa.odiario.com/maringa/noticia/503053/vereadores-discutem-cortes-no-tce/

É PRA RIR OU PRA CHORAR?

#EuVotoDistrital: Conheça e Participe!

terça-feira, 25 de outubro de 2011

POR QUE O TRABALHADOR BRASILEIRO GANHA MAL?

PORQUE MUITOS PENSAM COMO O CARA QUE ESCREVEU ESTE CARTAZ INVEJOSO!

PARABÉNS AOS BANCÁRIOS E AOS FUNCIONÁRIOS DOS CORREIOS! SE TODO TRABALHADOR BRASILEIRO TIVESSE A MENTALIDADE, UNIÃO E A CABEÇA DELES, O BRASIL SERIA OUTRO! TERÍAMOS UMA QUALIDADE DE VIDA COMPARÁVEL A DOS PAÍSES NÓRDICOS EUROPEUS!



Brasil será autossuficiente em luvas de látex

Data de Cadastro: 21/10/2011 as 16:57:09 alterado em 21/10/2011 as 16:57:09

Inaugurado parque industrial da empresa brasileira produtora de luvas de látex Lemgruber. Ministério da Saúde atuou para dar competitividade ao produto nacional

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou do evento de inauguração do novo parque industrial da empresa Lemgruber, única produtora de luvas de láctex brasileira. A nova fábrica localiza-se em Paraíba do Sul (RJ), e iniciou a produção neste ano, apesar de estar ainda em construção. O objetivo da empresa com a abertura do novo parque é, nos próximos três anos, passar a abastecer integralmente o setor de saúde brasileiro com luvas de procedimentos médicos, tornando desnecessária a importação deste produto, tanto pela rede pública, quanto pela privada. O Ministério da Saúde emitiu parecer favorável, junto à Camex (Câmara de Comércio Exterior), para garantir competitividade da empresa nacional.
O ministro Padilha ressaltou a importância da autossuficiência do país em insumos deste tipo. “A produção nacional torna o Brasil menos vulnerável às oscilações do mercado e garante sustentabilidade financeira ao país e ao SUS”, disse. Antes de o novo parque industrial entrar em funcionamento neste ano, 100% das luvas de procedimentos – aquelas usadas em atividades simples não-cirúrgicos nos estabelecimentos de saúde – eram importadas do sudeste asiático.
A falta de um fabricante nacional deixa o sistema de saúde vulnerável. Essa foi situação vivenciada no país durante a pandemia da gripe H1N1, quando os atuais fabricantes tailandeses e malaios deixaram de atender o mercado brasileiro devido à grande demanda dos Estados Unidos e de países da Europa.
O projeto da fábrica abrange três módulos, sendo que o primeiro deles, no qual foi investido cerca de R$ 30 milhões, já se encontra em funcionamento. Está previsto, ainda, o investimento de mais R$ 70 milhões na construção do restante do parque industrial. Cada módulo é capaz de produzir, anualmente, um bilhão de peças de luvas de procedimentos – juntos, os três produzem 3 bilhões de unidades por ano, o suficiente para atender, com sobra, a demanda interna anual por luvas de procedimentos, de cerca de 2,5 bilhões.
O Ministério da Saúde está apoiando e acompanhando a empresa em todo o processo de implantação do novo parque industrial e apresentou parecer favorável à Camex, para a elevação alíquota de importação de luvas de látex de 16% para 35%. “Não é protecionismo, é isonomia, ou seja: dar condições iguais de competitividade a empresas nacionais e estrangeiras. As empresas brasileiras, agora, possuem tenham as mesmas condições que as demais”, afirmou Padilha.
Com a construção do primeiro módulo, foram gerados 700 empregos diretos. Quando todo o projeto for finalizado, outros 2.000 empregos diretos e aproximadamente 10.000 empregos indiretos serão criados, o que impactará diretamente no desenvolvimento em toda região Sul do Rio de Janeiro. Para o ministro, essa inauguração e expansão demonstram como é correta a ideia de que saúde é necessariamente uma política social, mas, também, fundamental para o desenvolvimento do país. “Com uma política social aliada ao desenvolvimento econômico podemos dar saltos ainda maiores”, afirmou.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

MUNICÍPIOS SÓ RECEBERÃO VERBAS PARA IMPLEMENTAR PLANO DE RESÍDUOS SÓLIDOS, SE CATADORES ESTIVEREM INCLUÍDOS EM SEUS PROJETOS

Posted by  em 22 outubro, 2011

Política Nacional de Resíduos Sólidos define que o governo federal estabeleça um plano nacional para resíduos sólidos com horizonte de 20 anos e atualização a cada quatro. Cada município tem a responsabilidade de administrar a separação entre lixo orgânico e reciclável e, até agosto de 2012, implantar o plano municipal de resíduos sólidos que tem como principais objetivos eliminar os lixões e viabilizar a coletiva seletiva nas cidades até no máximo 2014.

Além dos benefícios ambientais e socias que a política de resíduos sólidos traz, ela permitirá a inclusão de uma categoria que sobrevive justamente por meio do lixo reciclável: os catadores. Isso porque os municípios só receberão auxílio para implementação do Plano caso incluam em seus projetos os catadores de recicláveis.

A condição foi lembrada por Sérgio Luiz da Silva Cotrim, diretor da Secretaria Nacional de Saneamento do Ministério das Cidades, durante seminário sobre o tema, realizado na segunda-feira (17), em São Paulo, conta reportagem publicada pela Rde Brasil Atual. O Plano, neste sentido, abre uma possibilidade de diálogo com o grupo dos catadores e ajuda as administrações municipais a enxergar que, sem o auxílio desse grupo, o sucesso na implantação do plano tende a ser um pouco mais complicado.

Mas é importante que os catadores estejam organizados em associações ou cooperativas para que tenham condição de participar do plano municipal de resíduos sólidos.