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sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Diminui o número de famílias morando nas áreas rurais de Paraíba do Sul

Vários fatores pesam na escolha de algumas famílias na hora de decidir sair de sossego da zona rural para enfrentar os problemas na cidade.

A falta de investimentos nestas áreas também é um dos agravantes na hora da escolha. Investimentos básicos como, saneamento, luz, água e estradas em péssimo estado, são as principais queixas das famílias que vivem na zona rural de Paraíba do Sul.
De acordo com o estudo realizado pela CNM (confederação Nacional de municípios), no inicio de 2010 o número de residentes na zona rural de Paraíba do Sul era de 20.64% contra 79.63% de residentes da área urbana.

Em 2011 os números mudaram, obtendo um aumento significativo de moradores na área urbana de Paraíba do Sul.
De acordo com a CNM este ano os números são de 12.62% de residentes na zona rural e 87.38% na área urbana.

O que isso significa para uma cidade?

Com o aumento do número de moradores vivendo nas áreas urbanas, consequentemente deve aumentar o numero de investimento na cidade.

O desenvolvimento e a economia, também mudam.
Com o conforto e a praticidade de morar perto de grandes mercados e lojas, os moradores que saíram da área rural passam a se tornam consumidores mais frequentes, não apenas no final do mês como era de costume para muitos.
Os impostos pagos para quem mora na área urbana é maior, alavancando o investimento da cidade como um todo.

Para suportar um aumento significativo destes números a cidade deve ter uma boa estrutura e com isso não gerar uma divisão dentro da cidade.
Por outro lado, vale ressaltar que a produção agrícola perde muito com a saída destas famílias, onde a produção agropecuária é o principal meio de renda.

Falta de incentivos e investimentos nestas áreas é motivo de preocupação. Muitos são deixados de lado tendo que recorrer a outros meios para sobreviverem, “Ganhar a vida na cidade”, como muitos dizem.

Cursos profissionalizantes em áreas agrícolas é uma das soluções, não só para manter as famílias nas áreas rurais, mas também para dar a chance de se profissionalizarem crescendo junto com o acelerado desenvolvimento das áreas rurais do país.

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